Dias de Prosa
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
sexta-feira, 24 de junho de 2016
Paulina Chiziane Autora Moçambicana
Paulina Chiziane nasceu a 4 de Junho de 1955 na província moçambicana de Gaza, no seio de uma família protestante, onde se falava chope e ronga.
Aprendeu a falar português na escola de uma missão católica, pouco antes de se mudar para Maputo. Iniciou os estudos superiores na Universidade Eduardo Mondlane, mas nunca concluiu a licenciatura de Linguística.Em 1990, Paulina Chiziane torna-se a primeira mulher moçambicana a publicar um romance – ‘Balada de Amor ao Vento’. No entanto, Paulina não gosta do termo romancista e diz sobre si: ”Sou contadora de estórias e não romancista. Escrevo livros com muitas estórias, estórias grandes e pequenas. Inspiro-me nos contos à volta da fogueira, minha primeira escola de arte.”
Aprendeu a falar português na escola de uma missão católica, pouco antes de se mudar para Maputo. Iniciou os estudos superiores na Universidade Eduardo Mondlane, mas nunca concluiu a licenciatura de Linguística.Em 1990, Paulina Chiziane torna-se a primeira mulher moçambicana a publicar um romance – ‘Balada de Amor ao Vento’. No entanto, Paulina não gosta do termo romancista e diz sobre si: ”Sou contadora de estórias e não romancista. Escrevo livros com muitas estórias, estórias grandes e pequenas. Inspiro-me nos contos à volta da fogueira, minha primeira escola de arte.”
Fonte: http://ensina.rtp.pt/artigo/paulina-chiziane/
Cultura Africana
A África é um continente de grande
diversidade cultural que se vê fortemente ligada à cultura
brasileira. Os africanos prezam muito a moral e acreditam até que esta é
bem semelhante à religião. Acreditam também que o homem precisa
respeitar a natureza, a vida e os outros homens para que não sejam
punidos pelos espíritos com secas, enchentes, doenças, pestes, morte
etc. Não utilizavam textos e nem imagens para se basearem, mas fazem
seus ritos a partir do conhecimento repassado através de gerações
antigas.
Seus ritos são realizados em locais
determinados com orações comunitárias, danças e cantos que podem ser
divididos em: momentos importantes da vida, integração dos seres vivos e
para a passagem da vida para a morte.
Sua influência na formação do povo
brasileiro é vista até os dias atuais. Apesar do primeiro contato
africano com os brasileiros não ter sido satisfatório, esses
transmitiram vários costumes como:
- A capoeira, que foi criada logo após a
chegada ao Brasil na época da escravização como luta defensiva, já que
não tinham acesso a armas de fogo;
- O candomblé, que também marca sua
presença no Brasil, principalmente no território baiano onde os escravos
antigamente eram desembarcados;
- A culinária recebeu grandes novidades africanas, como o leite de coco, óleo de palmeira, azeite de dendê.
Autores e Obras Moçambicanos
Os escritores moçambicanos Paulina Chiziane e Ungulani Ba Ka Khosa
marcam, de forma indelével, o panorama da literatura moçambicana e
africana em língua portuguesa. Em 1987, Ungulani Ba Ka Khosa publicou
“Ualalapi”, romance sobre o passado colonial e sobre Ngungunhane que foi
considerado um dos 100 melhores livros da literatura africana do século
XX. Paulina Chiziane é a primeira escritora moçambicana negra. Em obras
como “Niketche - uma história de poligamia” retrata a vida das
mulheres africanas.
Criação da Literatura Moçambicana
Literatura moçambicana, como as demais literaturas africanas nos países
colonizados por Portugal, foi, em sua maioria, uma extensão da
literatura portuguesa – no início, tanto nos moldes formais, quanto no
que compete ao uso da língua. Na escrita, a produção literária se
concentra, a partir da década de 1940, em periódicos publicados por
intelectuais e escritores, em geral de contestação ao colonialismo
português. Em 1975, quando Moçambique finalmente se
tornou politicamente independente, o país ainda desconhecia o conceito
de “sistema literário”, cunhado por Antônio Cândido, que postula que um
sistema literário passa a existir quando um grupo de escritores escreve
para um público que reage influenciando-os a produzir novas obras, e
assim sucessivamente.
Fontes:https://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_de_Mo%C3%A7ambique
http://brasilescola.uol.com.br/cultura/cultura-africana.htm
http://www.buala.org/en/da-fala/etiquetas/literatura-mocambicana
segunda-feira, 13 de junho de 2016
Declaração de Amor Atual
Te Amo Cada Dia Mais
Quanto mais tempo passo ao seu lado, mais tenho a certeza de que nasci para encontrar você. Quando nos conhecemos, senti no seu olhar uma familiaridade antiga, eterna, vinda de outras vidas. Senti conforto.
Foi amor à primeira vista, e não paixão. Naquele momento, senti calma em meu coração. Era como se tivesse encontrado o meu lugar no mundo. Só depois de amar você é que me vi apaixonado por você.
Com o tempo, fui me apaixonando pelo seu jeito de falar, pelos seus gostos, pelo seu rosto. O meu amor se aqueceu, se encheu de vida, agitou a minha alma. Hoje, me sinto completo ao seu lado, me sinto feliz, e a cada dia que passa eu amo você mais e mais, e mais feliz sou com esse amor!
Para mim, cada minuto ao seu lado é uma dádiva, é um encontro divino. Só tenho que agradecer e comemorar pelas horas, pelos dias, pelas semanas, pelos meses e anos ao seu lado. Eu te amo, ontem, hoje e sempre!
Fontes: http://www.mundodasmensagens.com/mensagens-declaracao-amor/
https://www.tumblr.com/search/casal%20apaixonados
https://www.tumblr.com/search/casal%20apaixonados
Declaração de Amor da década de 1980
De Karl Marx para sua esposa Jenny von Westphalen
“Meu amor, enquanto nos separa um espaço, estou convencido de que o tempo é para o meu amor como o sol e a chuva são para uma planta: fazem crescer. Basta você ir, meu amor por você apresenta-se a mim como ele realmente é: gigantesco; e nele se concentra toda minha energia espiritual e toda a força dos meus sentidos …. Você vai sorrir, meu amor, e te perguntarás por que eu caí na retórica. Mas se eu pudesse pressionar contra o meu coração o seu, puro e delicado, guardaria em silêncio e não deixaria escapar nem uma só palavra."
sábado, 4 de junho de 2016
Biografia de Anita Malfatti
Anita Malfatti (1889-1964) foi uma pintora brasileira. Sua polêmica
exposição em 1917 foi um marco para a renovação das artes plásticas no
Brasil. O escritor Monteiro Lobato, crítico de arte do jornal O Estado
de São Paulo, publicou um artigo intitulado "Paranoia ou mistificação?",
era uma crítica à mostra expressionista de Anita Malfatti, que serviu
de estopim para o Movimento Modernista no Brasil. Algumas de suas obras
tornaram-se clássicos da pintura moderna.
Anita Malfatti
(1889-1964) nasceu em São Paulo, no dia 2 de dezembro. Filha de Samuel
Malfatti, engenheiro italiano e de Betty Krug, de nacionalidade
norte-americana. Anita nasceu com uma atrofia no braço direito e teve
que aprender a usar a mão esquerda e para isso recebia os cuidados de
uma governanta.
Aprendeu as primeiras letras no colégio São José. Em 1897 estudou no
Colégio Mackenzie, onde se formou professora. Aprendeu a pintar com a
mãe, que dava aulas de pintura e línguas, para sustentar a família,
depois da morte do pai. Com a ajuda do tio e do padrinho, foi estudar na
Europa. Teve aula no ateliê de Fritz Burger e em seguida matriculou-se
na Academia Real de Belas Artes em Berlim estudando pintura
expressionista.
Em 1914, voltou ao Brasil e realizou uma exposição
na Casa Mappim, sem grande destaque. Em 1915 a pintora partiu para Nova
York, onde estudou na Art Students League e sob a orientação de Homer
Boss, teve a liberdade de pintar livremente, sem limitações estéticas.
Foi nessa fase que pintou seus quadros mais brilhantes.
Fora do Brasil, realiza exposições individuais em Berlim, Paris e Nova
York. Há quadros de sua autoria nos principais museus brasileiros. O
quadro "A Estudante" está no Museu de Arte de São Paulo; "A Boba" está
no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo e "Uma Rua"
no Museu Nacional de Belas-Artes, no Rio de Janeiro.
Informações biográficas de Anita Malfatti:
Data do Nascimento: 02/12/1889
Data da Morte: 06/08/1964
Morreu aos: 74 anos
Fontes: http://www.e-biografias.net/anita_malfatti/
https://www.escritoriodearte.com/imagens/artista/anita-malfatti.jpg
sexta-feira, 3 de junho de 2016
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