sexta-feira, 24 de junho de 2016

Paulina Chiziane Autora Moçambicana


    Paulina Chiziane nasceu a 4 de Junho de 1955 na província moçambicana de Gaza, no seio de uma família protestante, onde se falava chope e ronga.
     Aprendeu a falar português na escola de uma missão católica, pouco antes de se mudar para Maputo. Iniciou os estudos superiores na Universidade Eduardo Mondlane, mas nunca concluiu a licenciatura de Linguística.Em 1990, Paulina Chiziane torna-se a primeira mulher moçambicana a publicar um romance – ‘Balada de Amor ao Vento’. No entanto, Paulina não gosta do termo romancista e diz sobre si: ”Sou contadora de estórias e não romancista. Escrevo livros com muitas estórias, estórias grandes e pequenas. Inspiro-me nos contos à volta da fogueira, minha primeira escola de arte.”

Fonte: http://ensina.rtp.pt/artigo/paulina-chiziane/
 
Cultura Africana

    A África é um continente de grande diversidade cultural que se vê fortemente ligada à cultura brasileira. Os africanos prezam muito a moral e acreditam até que esta é bem semelhante à religião.  Acreditam também que o homem precisa respeitar a natureza, a vida e os outros homens para que não sejam punidos pelos espíritos com secas, enchentes, doenças, pestes, morte etc. Não utilizavam textos e nem imagens para se basearem, mas fazem seus ritos a partir do conhecimento repassado através de gerações antigas.
Seus ritos são realizados em locais determinados com orações comunitárias, danças e cantos que podem ser divididos em: momentos importantes da vida, integração dos seres vivos e para a passagem da vida para a morte.
    Sua influência na formação do povo brasileiro é vista até os dias atuais. Apesar do primeiro contato africano com os brasileiros não ter sido satisfatório, esses transmitiram vários costumes como:
- A capoeira, que foi criada logo após a chegada ao Brasil na época da escravização como luta defensiva, já que não tinham acesso a armas de fogo;
- O candomblé, que também marca sua presença no Brasil, principalmente no território baiano onde os escravos antigamente eram desembarcados;
- A culinária recebeu grandes novidades africanas, como o leite de coco, óleo de palmeira, azeite de dendê.

Autores e Obras Moçambicanos

    Os escritores moçambicanos Paulina Chiziane e Ungulani Ba Ka Khosa marcam, de forma indelével, o panorama da literatura moçambicana e africana em língua portuguesa. Em 1987, Ungulani Ba Ka Khosa publicou “Ualalapi”, romance sobre o passado colonial e sobre Ngungunhane que foi considerado um dos 100 melhores livros da literatura africana do século XX. Paulina Chiziane é a primeira escritora moçambicana negra. Em obras como “Niketche - uma história de poligamia” retrata a vida das mulheres africanas.


 Criação da Literatura Moçambicana

  Literatura moçambicana, como as demais literaturas africanas nos países colonizados por Portugal, foi, em sua maioria, uma extensão da literatura portuguesa – no início, tanto nos moldes formais, quanto no que compete ao uso da língua. Na escrita, a produção literária se concentra, a partir da década de 1940, em periódicos publicados por intelectuais e escritores, em geral de contestação ao colonialismo português. Em 1975, quando Moçambique finalmente se tornou politicamente independente, o país ainda desconhecia o conceito de “sistema literário”, cunhado por Antônio Cândido, que postula que um sistema literário passa a existir quando um grupo de escritores escreve para um público que reage influenciando-os a produzir novas obras, e assim sucessivamente.


Fontes:https://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_de_Mo%C3%A7ambique
             http://brasilescola.uol.com.br/cultura/cultura-africana.htm
             http://www.buala.org/en/da-fala/etiquetas/literatura-mocambicana
 

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Declaração de Amor Atual

Te Amo Cada Dia Mais

    Quanto mais tempo passo ao seu lado, mais tenho a certeza de que nasci para encontrar você. Quando nos conhecemos, senti no seu olhar uma familiaridade antiga, eterna, vinda de outras vidas. Senti conforto. 
    Foi amor à primeira vista, e não paixão. Naquele momento, senti calma em meu coração. Era como se tivesse encontrado o meu lugar no mundo. Só depois de amar você é que me vi apaixonado por você. 
    Com o tempo, fui me apaixonando pelo seu jeito de falar, pelos seus gostos, pelo seu rosto. O meu amor se aqueceu, se encheu de vida, agitou a minha alma. Hoje, me sinto completo ao seu lado, me sinto feliz, e a cada dia que passa eu amo você mais e mais, e mais feliz sou com esse amor!
    Para mim, cada minuto ao seu lado é uma dádiva, é um encontro divino. Só tenho que agradecer e comemorar pelas horas, pelos dias, pelas semanas, pelos meses e anos ao seu lado. Eu te amo, ontem, hoje e sempre!





Fontes: http://www.mundodasmensagens.com/mensagens-declaracao-amor/
            https://www.tumblr.com/search/casal%20apaixonados

Declaração de Amor da década de 1980


De Karl Marx para sua esposa Jenny von Westphalen


“Meu amor, enquanto nos separa um espaço, estou convencido de que o tempo é para o meu amor como o sol e a chuva são para uma planta: fazem crescer. Basta você ir, meu amor por você apresenta-se a mim como ele realmente é: gigantesco; e nele se concentra toda minha energia espiritual e toda a força dos meus sentidos …. Você vai sorrir, meu amor, e te perguntarás por que eu caí na retórica. Mas se eu pudesse pressionar contra o meu coração o seu, puro e delicado, guardaria em silêncio e não deixaria escapar nem uma só palavra."


Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/historia-sem-fim/5-cartas-de-amor-escritas-por-personagens-historicos/

sábado, 4 de junho de 2016

Biografia de Anita Malfatti


   Anita Malfatti (1889-1964) foi uma pintora brasileira. Sua polêmica exposição em 1917 foi um marco para a renovação das artes plásticas no Brasil. O escritor Monteiro Lobato, crítico de arte do jornal O Estado de São Paulo, publicou um artigo intitulado "Paranoia ou mistificação?", era uma crítica à mostra expressionista de Anita Malfatti, que serviu de estopim para o Movimento Modernista no Brasil. Algumas de suas obras tornaram-se clássicos da pintura moderna.
    Anita Malfatti (1889-1964) nasceu em São Paulo, no dia 2 de dezembro. Filha de Samuel Malfatti, engenheiro italiano e de Betty Krug, de nacionalidade norte-americana. Anita nasceu com uma atrofia no braço direito e teve que aprender a usar a mão esquerda e para isso recebia os cuidados de uma governanta.
    Aprendeu as primeiras letras no colégio São José. Em 1897 estudou no Colégio Mackenzie, onde se formou professora. Aprendeu a pintar com a mãe, que dava aulas de pintura e línguas, para sustentar a família, depois da morte do pai. Com a ajuda do tio e do padrinho, foi estudar na Europa. Teve aula no ateliê de Fritz Burger e em seguida matriculou-se na Academia Real de Belas Artes em Berlim estudando pintura expressionista.
    Em 1914, voltou ao Brasil e realizou uma exposição na Casa Mappim, sem grande destaque. Em 1915 a pintora partiu para Nova York, onde estudou na Art Students League e sob a orientação de Homer Boss, teve a liberdade de pintar livremente, sem limitações estéticas. Foi nessa fase que pintou seus quadros mais brilhantes.
    Fora do Brasil, realiza exposições individuais em Berlim, Paris e Nova York. Há quadros de sua autoria nos principais museus brasileiros. O quadro "A Estudante" está no Museu de Arte de São Paulo; "A Boba" está no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo e "Uma Rua" no Museu Nacional de Belas-Artes, no Rio de Janeiro.

Informações biográficas de Anita Malfatti:   

Data do Nascimento: 02/12/1889 

Data da Morte: 06/08/1964

Morreu aos: 74 anos

Fontes: http://www.e-biografias.net/anita_malfatti/
             https://www.escritoriodearte.com/imagens/artista/anita-malfatti.jpg

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Historia no brasil na Arte Moderna

Semana da Arte Moderna

 Semana Da Arte Moderna   

   A Semana de Arte Moderna de 1922, realizada em São Paulo, no Teatro Municipal, de 11 a 18 de fevereiro, teve como principal propósito renovar, transformar o contexto artístico e cultural urbano, tanto na literatura, quanto nas artes plásticas, na arquitetura e na música. Mudar, subverter uma produção artística, criar uma arte essencialmente brasileira, embora em sintonia com as novas tendências europeias, essa era basicamente a intenção dos modernistas. Novos conceitos foram difundidos e despontaram talentos como os de Mário e Oswald de Andrade na literatura, Víctor Brecheret na escultura e Anita Malfatta na pintura.
     A nova geração intelectual brasileira sentiu a necessidade de transformar os antigos conceitos do século XIX. Embora o principal centro de insatisfação estética seja, nesta época, a literatura, particularmente a poesia, movimentos como o Futurismo, o Cubismo e o Expressionismo começavam a influenciar os artistas brasileiros. Anita Malfatti trazia da Europa, em sua bagagem, experiências vanguardistas que marcaram intensamente o trabalho desta jovem, que em 1917 realizou a que ficou conhecida como a primeira exposição do Modernismo brasileiro. Este evento foi alvo de escândalo e de críticas ferozes de Monteiro Lobato, provocando assim o nascimento da Semana de Arte Moderna.
    A Semana não foi tão importante no seu contexto temporal, mas o tempo a presenteou com um valor histórico e cultural talvez inimaginável naquela época. Não havia entre seus participantes uma coletânea de ideias comum a todos, por isso ela se dividiu em diversas tendências diferentes, todas pleiteando a mesma herança, entre elas o Movimento Pau-brasil, o Movimento Verde-amarelo e Grupo da Anta, e o Movimento Antropofágico. Os principais meios de divulgação destes novos ideais eram a Revista Klaxon e a Revista de Antropofagia.
    O principal legado da Semana de Arte Moderna foi libertar a arte brasileira da reprodução nada criativa de padrões europeus, e dar início à construção de uma cultura essencialmente nacional.


Fontes:http://pt.wikipedia.org/wiki/Semana_de_Arte_Moderna
           http://www.pitoresco.com/art_data/semana/index.htm

           http://pt.slideshare.net/anacleidebatistaferreira/semana-de-arte-moderna-35509346